quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Eu e a Cidade - Don't Cry For Me Matosinhos
O meu contacto com a capital começou por ser interessante.
Considero interessante tudo o que começar por ser uma hipótese. Afinal, mal sabia que ia passar grande parte de um tempo crucial (para mim) no coração de uma cidade que me viu passar (crucialmente) ao lado. Claro que tenho boas recordações de Lisboa. Quem não passou pela praxe de visitar o Mosteiro dos Jerónimos ou a afamada Torre de Belém? Eu ainda faço parte da geração de criancinhas deliciadas com a Expo de um Portugal rico e ostentoso de 98…. Saudades dos tempos em que falar da camada de ozono e do ambiente faziam parte somente dos trabalhecos de Ciências da Natureza/Geografia? Nem por isso. Tenho saudades de não ter apresentado esses trabalhos em Lisboa, porque a adaptação teria sido muito mais fácil.
Mas também menos interessante. E assim não havia nada para contar.
O certo é que das duas vezes que fui a Lisboa, em 2008, fiquei com uma sensação de que eu e a capital tínhamos muito mais em comum do que os glimpses vividos nas Expo’s, Jerónimos e Belém’s da cidade de finais de '90. ...Hit me baby one more time? Oh, sim, a realidade é que o meu primeiro salário e o meu futuro (sucesso?) dependem claramente da capital, que nem uma função produção output, com inputs como a localidade (Lisboa, boa!), inteligência (….boa?), esperteza (….hum?), pasta com pins (...huh?)....
Acabei por garantir o futuro dos meus próximos 8 meses. Mas… Lisboa é grande. Onde pernoitar?
Não percam o próximo episódio, porque nós… também não!
Considero interessante tudo o que começar por ser uma hipótese. Afinal, mal sabia que ia passar grande parte de um tempo crucial (para mim) no coração de uma cidade que me viu passar (crucialmente) ao lado. Claro que tenho boas recordações de Lisboa. Quem não passou pela praxe de visitar o Mosteiro dos Jerónimos ou a afamada Torre de Belém? Eu ainda faço parte da geração de criancinhas deliciadas com a Expo de um Portugal rico e ostentoso de 98…. Saudades dos tempos em que falar da camada de ozono e do ambiente faziam parte somente dos trabalhecos de Ciências da Natureza/Geografia? Nem por isso. Tenho saudades de não ter apresentado esses trabalhos em Lisboa, porque a adaptação teria sido muito mais fácil.
Mas também menos interessante. E assim não havia nada para contar.
O certo é que das duas vezes que fui a Lisboa, em 2008, fiquei com uma sensação de que eu e a capital tínhamos muito mais em comum do que os glimpses vividos nas Expo’s, Jerónimos e Belém’s da cidade de finais de '90. ...Hit me baby one more time? Oh, sim, a realidade é que o meu primeiro salário e o meu futuro (sucesso?) dependem claramente da capital, que nem uma função produção output, com inputs como a localidade (Lisboa, boa!), inteligência (….boa?), esperteza (….hum?), pasta com pins (...huh?)....
Acabei por garantir o futuro dos meus próximos 8 meses. Mas… Lisboa é grande. Onde pernoitar?
Não percam o próximo episódio, porque nós… também não!
The Shepherd!
"When I started I was in agreement that we didn't want to go too sexy and take the focus off me as a singer. But five years later I was like: 'Can we maybe do the hair straight? Show a little skin? This turtle-neck's about to consume my head!' "
Fábula de Jé! nº 14
Diz a Folha ao Ramo:
- Nunca nos vamos separar, pois não meu amor?
Responde o Ramo:
- Claro que não! Vamos ser felizes para sempre!
Moral: O Outono tarda, mas não falha!
(24/1/2007)
- Nunca nos vamos separar, pois não meu amor?
Responde o Ramo:
- Claro que não! Vamos ser felizes para sempre!
Moral: O Outono tarda, mas não falha!
(24/1/2007)
Fábula de Jé! nº 13
Diz o Ancinho à Vassoura:
- Maninhaaa lindaaa!!!!
Responde a Vassoura:
- Oh sua pá, por acaso conheço-te???
Moral: Os semelhantes agem estranhamente.
(23/1/2007)
- Maninhaaa lindaaa!!!!
Responde a Vassoura:
- Oh sua pá, por acaso conheço-te???
Moral: Os semelhantes agem estranhamente.
(23/1/2007)
Fábula de Jé! nº 12
Diz a Borboleta à Mosca:
- Voa!
Responde a Mosca:
- Manteiga voa!
Moral: A piada nem sempre é internacional...
***
Dado algumas queiXias, vou dar-vos uma pista sobre a interpretação da fábula...:
The Butterfly says to the Fly:
- Fly!
The Fly answers back:
- Butter Flies!
Moral: A piada nem sempre é INTERNACIONAL
(22/1/2007)
- Voa!
Responde a Mosca:
- Manteiga voa!
Moral: A piada nem sempre é internacional...
***
Dado algumas queiXias, vou dar-vos uma pista sobre a interpretação da fábula...:
The Butterfly says to the Fly:
- Fly!
The Fly answers back:
- Butter Flies!
Moral: A piada nem sempre é INTERNACIONAL
(22/1/2007)
Já
Parto do princípio que consigo
Largar o vício que estou farto
Falo do que não me consome
Grito pelo que já matou a fome
Não é tão ou mais profundo
Oriundo dos tempos de então
Porque o que me consome agora
Já se fez sentir outrora
Simplicidade de quem não conhece
Tece a palavra com saudade
Do medo que me afasto
Qual o sorriso já gasto
(15/6/2008)
Largar o vício que estou farto
Falo do que não me consome
Grito pelo que já matou a fome
Não é tão ou mais profundo
Oriundo dos tempos de então
Porque o que me consome agora
Já se fez sentir outrora
Simplicidade de quem não conhece
Tece a palavra com saudade
Do medo que me afasto
Qual o sorriso já gasto
(15/6/2008)
Cinema
é tão engraçado
nosso fatal fado
mas falta-nos algo
tento e não recalco
penso no amanhã
e que memória vã.
não me deixes
breve minuto
ou razão de luto
mas não te queixes
do que pode não ser
do que pode acontecer
daquilo que vai
e não atrai...
(20/9/2005)
nosso fatal fado
mas falta-nos algo
tento e não recalco
penso no amanhã
e que memória vã.
não me deixes
breve minuto
ou razão de luto
mas não te queixes
do que pode não ser
do que pode acontecer
daquilo que vai
e não atrai...
(20/9/2005)
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Fábula de Jé! nº 11
Diz a Rosa ao Espinho:
- Ninguém me toca...
Ao que responde o Espinho:
- Por isso és eternamente bela!
Moral: A virgindade indolor não existe!
(20/1/2007)
- Ninguém me toca...
Ao que responde o Espinho:
- Por isso és eternamente bela!
Moral: A virgindade indolor não existe!
(20/1/2007)
The Shepherd!
"You know what, you'll get through this because we know that people are just... you know, this is your time to get shots taken at you, so you gotta go through that."
Várias vezes
Era uma vez
Talvez um conto que dera
Algo que não quis
Diz então a tolice
Criancice de não sorrir
D’ir longe o quanto mais
No cais baixo onde tudo começou
E acabou.
(15/6/2008)
Talvez um conto que dera
Algo que não quis
Diz então a tolice
Criancice de não sorrir
D’ir longe o quanto mais
No cais baixo onde tudo começou
E acabou.
(15/6/2008)
Fábula de Jé! nº 10
Diz o Bacalhau à Sardinha:
- És boa como o milho!
Responde a Sardinha:
- Cala-te e dá-me mas é um bacalhau!
Moral: A acção e o cumprimento por vezes confundem-se.
(19/1/2007)
- És boa como o milho!
Responde a Sardinha:
- Cala-te e dá-me mas é um bacalhau!
Moral: A acção e o cumprimento por vezes confundem-se.
(19/1/2007)
terça-feira, 5 de agosto de 2008
The Shepherd!
"Oh, my goodness!" she squeals, and then collects herself. "No comment, dahhhling," she purrs. "Put it just like that. And make sure 'dahhhling' is spelled d-a-h-h-h-l-i-n-g."
Fábula de Jé! nº 9
Diz o Prego ao Parafuso:
- Doi-me tanto a cabeça...
Responde o Parafuso:
- E eu tenho a minha a andar às voltas!!
Moral: Todos chegam lá, mas enquanto que uns ficam tolos, outros levam na cabeça!
(18/1/2007)
- Doi-me tanto a cabeça...
Responde o Parafuso:
- E eu tenho a minha a andar às voltas!!
Moral: Todos chegam lá, mas enquanto que uns ficam tolos, outros levam na cabeça!
(18/1/2007)
Ok
foste embora.
sei que em boa hora
tens medo.
queria eu um enredo?
não faz mal.
gostei do teu sinal
obrigado.
triste o nosso fado
tenho medo.
mas foste cedo
(25/7/2005)
sei que em boa hora
tens medo.
queria eu um enredo?
não faz mal.
gostei do teu sinal
obrigado.
triste o nosso fado
tenho medo.
mas foste cedo
(25/7/2005)
Vai
preocupas-te comigo
da mesma forma que me fazes amigo
vives a performance dourada
e no entanto és-me tanto e nada
nada não direi
nunca as palavras escreverei
de igual modo que te alguma vez
imaginei.
pára e vai
esquece e segue.
sente mas não persegue
não solta mas deixa
preso por não ter
e ninguém se queixa
(12/6/2005)
da mesma forma que me fazes amigo
vives a performance dourada
e no entanto és-me tanto e nada
nada não direi
nunca as palavras escreverei
de igual modo que te alguma vez
imaginei.
pára e vai
esquece e segue.
sente mas não persegue
não solta mas deixa
preso por não ter
e ninguém se queixa
(12/6/2005)
sábado, 2 de agosto de 2008
Fábula de Jé! nº 8
Diz o Agrafo para o Clip:
- Fogo, tu é que és belo, cheio de curvas mas magro!
Diz o Clip de volta para o Agrafo:
- Mas tu entras com muito maior facilidade!
Moral: Há quem seja belo na teoria, há quem o seja na prática!
(17/1/2007)
- Fogo, tu é que és belo, cheio de curvas mas magro!
Diz o Clip de volta para o Agrafo:
- Mas tu entras com muito maior facilidade!
Moral: Há quem seja belo na teoria, há quem o seja na prática!
(17/1/2007)
Dicotomia Paradoxal
Vício de ti
voltou-se contra mim
no tempo em que não era.
Penso no que fui...
Imagem de perfeito
afastou-se de mim
no momento em que não era.
Sei o que quis...
Longe eu vejo
Mais eu sinto
De onde veio
Aquele beijo
Perdido agora
Encontro-o em mim.
(12/6/2008)
voltou-se contra mim
no tempo em que não era.
Penso no que fui...
Imagem de perfeito
afastou-se de mim
no momento em que não era.
Sei o que quis...
Longe eu vejo
Mais eu sinto
De onde veio
Aquele beijo
Perdido agora
Encontro-o em mim.
(12/6/2008)
The Shepherd!
"Did they wrap you up in padded wrapping when the earthquake happened?"
"No, although that is the standard procedure when moving me from place to place."
"No, although that is the standard procedure when moving me from place to place."
Fábula de Jé! nº 7
Diz a Tosse para o Espirro:
- Santinho
Diz o Espirro para a Tosse:
- ATCHIM!
Moral: Há quem repare em ti, mas também há quem não repare.
(16/1/2007)
- Santinho
Diz o Espirro para a Tosse:
- ATCHIM!
Moral: Há quem repare em ti, mas também há quem não repare.
(16/1/2007)
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