segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Fábula de Jé! nº 25 - The Grand Finale

Amiguinhos:

Após uma longa jornada de partilha de sabedoria com voceses, chegou a altura de partir... Sim, porque as paredes pararam hoje de mexer! Espero alegria para vós, Dezes para mim, e que... sejaindes felizes! Que venha então Le Grand Finale deste elixir que partilhei com vós... e com nós tb!

Diz o 1 ao 2:

- Hum?!

Ao que responde o 2:

- Dois!

Moral: Mais vale cair em graça do que ser engraçado!

(8/2/2007)

Fábula de Jé! nº 24

Diz o Foco à Foca:

- Porque estás tu sempre a olhar para o tecto?

Responde a Foca:

- Porque és sexy!

Moral: Há moças estranhas por aí...

Fábula de Jé! nº 23

Diz o Anel à Pulseira:

- Eu sou bem mais importante que tu, assinalo compromissos e ostentação!

Ao que responde a Pulseira:

- Mas eu sou maior...

Moral: O tamanho acaba sempre por interessar...(desculpem o atraso!!!!!!!!!)

(6/2/2007)

Fábula de Jé! nº 22

Diz o Piolho à Lêndia:

- Eu sou muito mais badalhoco que tu!!!

Responde a Lêndia:

- Mas eu sou muito mais comichosa, ah pois é!

Moral: Pior que conviver com indesejados... só vê-los a discutir!

(5/2/2007)

Fábula de Jé! nº 21

Diz a Migalha para o Pão:

- Tu sem mim não és NADA!

Ao que responde o Pão:

- Não, sua badalhoca, sem manteiga é que não sou nada!!!

Moral: Há sempre quem se iluda com o surpéfluo.

(3/2/2007)

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

The Shepherd!

"...famous or rich, I would always say famous. I thought it would validate my existence." Did it? She opens her mouth to speak, but nothing comes out. She furrows her eyebrows and bites the inside of her lip... takes a swig of water, looks up at the ceiling. Silence. Finally: "I don't know!"

Eu e a Capital - Adeus Antro?

Hoje foi, muito provavelmente, o meu último dia passado na biblioteca do antro. Foi estranho. Não, foi normal, dado que tive o dia todo a estudar, sem prestar grande atenção aos últimos momentos passados na biblioteca do antro. Confesso que não sei se vou sentir saudades da biblioteca do… talvez seja melhor chamar só de Biblioteca, dado que foi o meu refúgio nas alturas mais críticas no antro, portanto… merece um nome de destaque, com capital letter (por acaso não sei se a chamava de Biblioteca ou só de biblioteca. Muitas vezes chamei-a de ‘biblio’. Haverá diferença?). Mas, voltando à questão… irei ou não irei ter saudades? Não sei, só o tempo o dirá. Acho que não… Acho que tenho respeito à Biblioteca, nada mais. Nem ódio, nem amor, nem saudade. Apenas respeito. Não sei se direi adeus ao antro, mas provavelmente não irei ver a Biblioteca durante uns bons tempos.

Serve-me de consolação saber que experimentei a nova super mega upa impressora da Biblioteca, bem como o novo sistema de impressões!

Fábula de Jé! nº 19

Diz o Rádio à TV:

- Tu é que és bela e esplendorosa, dasss!

Responde a TV:

- Ai não, tu é que impressionas com esse glamour!

Moral: O sensacionalismo e mediatismo comicham-se.

(1/2/2007)

Fábula de Jé! nº 20

Diz o Cor-de-rosa ao Cor-de-laranja:

- Piroso, hein?

Ao que responde o Cor-de-laranja:

- Só contigo!

Moral: Há quem nunca se devia juntar, mas quando o
faz... é moda e cola!

Fábula de Jé! nº 18

Diz o Sino ao Badalo:

- Ding!

Diz o Badalo ao Sino:

- Dong!

Moral: A vida toca-nos ao ritmo que quisermos.

(31/1/2007)

sábado, 6 de setembro de 2008

Eu adoro. Adoro, pronto.

Eu adoro Econometria e Análise de Investimentos. Adoro, pronto.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Eu e a Capital - Medo!

Medo. Medo foi o que senti quando vi o quarto que mais prometia, numa das melhores zonas de Lisboa: as Amoreiras. Minutos antes, subia vorazmente uma das ruas da capital, confiante que ia ficar nem a 5 minutos do meu primeiro emprego, de mapa na mão, e com a confiança de um estreante em matéria de quartos alugados. Os edifícios que iam passando eram bebidos com a mesma vontade que saciava a minha sede! O problema (o primeiro) foi não ter garrafa de água. O segundo foi ter-me deparado com um edifício tão degradado como o letreiro da pensão que tinha o quarto onde ia ficar. No hall, estava um homem que metia medo, acompanhado por um ucraniano que medo metia. O cheiro era um misto de velho, mofo e tabaco. O “meu” quarto dava para a cozinha, com o café a fazer num fogão que muitas histórias tinha para contar, por certo. À sede juntou-se a fome. Agradeci, vim-me embora e fui lanchar no Amoreiras.

Este foi um dos muitos quartos que vi na semana fresca de Agosto em que estive na capital. Acabei por escolher uma penthouse. Engraçado que ainda estive indeciso em ficar num quarto sem janela. Talvez para me redimir dos meus pecados, quem sabe. Não sei o que se passou – não, mentira, eu sei: o senhorio inspirava confiança, uma confiança perdida na Pensão Raiz Quadrada De Uma Estrela! A penthouse acabou por dar a confiança que precisava, não estivesse eu na capital. Sim, vou partilhá-la com mais três indivíduos, não sei quem.... Apenas acredito na Santa Bree Van de Kamp.

Medo!

The Shepherd!

Positivity for everyone!

Fábula de Jé! nº 2

Esta fábula está catalogada como sendo a nº 17. Provavelmente estava tão bistordo, que nem contei direito. Assim sendo, baptizo a fábula nº 17 b) como a Fábula de Jé! nº2, em homenagem à real fábula nº 2 perdida no mundo dos conhecimentos tácito e codificado.

Diz o Arroto ao Espirro:

- É realmente notável as marcas que espalhaste....!

Responde o Espirro:

- Não, o teu som é que foi verdadeiramente fantástico!

Moral: O que mete nojo nunca passa despercebido.

(30/1/2007)

Fábula de Jé! nº 17

Diz a Agulha ao Alfinete:

- Amor... Deixa-me ser eu a picar...

Ao que responde o Alfinete:

- Não!... Tu ficas a coser, que é a tua função!

Moral: Quanto mais te picas, mais discriminado(a) és.

(29/1/2007)

Fábula de Jé! nº 16

Diz o Pau à Corda:

- Tens tanta sorte em poderes agarrares-te a quem quiseres...

Diz a Corda ao Pau:

- Sim, mas no final no final no final todos perguntam por ti!

Moral: ...as árvores morrem de pé?

(26/1/2007)

Fábula de Jé! nº 15

Diz o Milho para o Trigo:

- ESPIIIIGA que me comicha!

Ao que responde o Trigo:

- FOICCCCCCE que me mata!!

Moral: Por mais que te esforces, os teus problemas são sempre menos espectaculares que os problemas dos outros.

(25/1/2007)