Diz a Popota à Leopoldina:
- Cabra!
Ao que responde a Leopoldina:
- Vaca!!!
Moral: O nosso maior inimigo acaba sempre por assumir uma forma animal.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O Plano B
Não entrar em pânico! É verdade que o que começou por ser uma crise do subprime nos EUA depressa se transformou num problema da economia real, que a aprovação do Plano Paulson pela Câmara dos Representantes antecedeu a maior queda das últimas décadas em várias praças financeiras, que o FMI já prevê uma forte retracção da economia mundial, que a reunião entre os representantes dos estados mais fortes da União Europeia foi um desastre e que a Islândia anunciou estar à beira da falência. Mas, quando as más notícias parecem chegar mais depressa que a luz, o mais importante, até para conseguirmos manter alguma objectividade, é conservarmos a calma. Não é assumirmos uma atitude autista e fingirmos que nada acontece, nem sequer adoptarmos uma espécie de complexo de avestruz e acreditarmos cegamente que a descida de 0,5 por cento das taxas de juro decidida pelo Banco Central Europeu ou as garantias dadas pelo governador do Banco de Portugal, pelo presidente da CMVM e pelo governo português são suficientes para que a economia nacional sobreviva sem danos de maior. Os próximos tempos não vão ser fáceis, não há volta a dar. Mas, pelo menos por enquanto, não está sentenciado que tenham de ser dramáticos. Na edição desta semana falámos com representantes dos diversos sectores da comunicação, com a estrutura que representa os anunciantes e também com responsáveis de grupos de media de diferentes dimensões, num total de 17 pessoas. A mensagem foi clara: o crescimento do investimento já foi revisto em baixa - estima-se que se situe nos 2 por cento este ano e ainda não há previsões para 2009 -, mas dificilmente Portugal se deparará com quebras na ordem dos dois dígitos, como se prevê que suceda em Espanha. Como lembrou Carlos Reis, costuma-se dizer que quando a economia apanha uma constipação a publicidade apanha uma pneumonia. Resta-nos pouco mais do que ser cautelosos e preparar o plano B, mas mantendo a convicção de que desta vez a crise não passará de uma gripe.
Carla Borges Ferreira
http://www.meiosepublicidade.pt/2008/10/10/o-plano-b/
Carla Borges Ferreira
http://www.meiosepublicidade.pt/2008/10/10/o-plano-b/
MIA
É verdade, estive MIA durante uns tempos (missing in action, para os mais desatentos). Mas agora que arranjei um tempinho livre, farei um update geral :)
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Better Days
(...)
But sometimes life just isn't fair
So why complain nobody cares
And I don't wanna waste nobody's time so I'm
(Chorus)
I'm 'bout to change my vibe
Today the sun's gonna shine
'Cause I made up my mind
That today will be the start of better days
Leavin' old sh!t behind
And move on with my life
The blindfold's off my eyes
And now all I see for me is better days
(...)
But sometimes life just isn't fair
So why complain nobody cares
And I don't wanna waste nobody's time so I'm
(Chorus)
I'm 'bout to change my vibe
Today the sun's gonna shine
'Cause I made up my mind
That today will be the start of better days
Leavin' old sh!t behind
And move on with my life
The blindfold's off my eyes
And now all I see for me is better days
(...)
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Fábula de Jé! nº 25 - The Grand Finale
Amiguinhos:
Após uma longa jornada de partilha de sabedoria com voceses, chegou a altura de partir... Sim, porque as paredes pararam hoje de mexer! Espero alegria para vós, Dezes para mim, e que... sejaindes felizes! Que venha então Le Grand Finale deste elixir que partilhei com vós... e com nós tb!
Diz o 1 ao 2:
- Hum?!
Ao que responde o 2:
- Dois!
Moral: Mais vale cair em graça do que ser engraçado!
(8/2/2007)
Após uma longa jornada de partilha de sabedoria com voceses, chegou a altura de partir... Sim, porque as paredes pararam hoje de mexer! Espero alegria para vós, Dezes para mim, e que... sejaindes felizes! Que venha então Le Grand Finale deste elixir que partilhei com vós... e com nós tb!
Diz o 1 ao 2:
- Hum?!
Ao que responde o 2:
- Dois!
Moral: Mais vale cair em graça do que ser engraçado!
(8/2/2007)
Fábula de Jé! nº 24
Diz o Foco à Foca:
- Porque estás tu sempre a olhar para o tecto?
Responde a Foca:
- Porque és sexy!
Moral: Há moças estranhas por aí...
- Porque estás tu sempre a olhar para o tecto?
Responde a Foca:
- Porque és sexy!
Moral: Há moças estranhas por aí...
Fábula de Jé! nº 23
Diz o Anel à Pulseira:
- Eu sou bem mais importante que tu, assinalo compromissos e ostentação!
Ao que responde a Pulseira:
- Mas eu sou maior...
Moral: O tamanho acaba sempre por interessar...(desculpem o atraso!!!!!!!!!)
(6/2/2007)
- Eu sou bem mais importante que tu, assinalo compromissos e ostentação!
Ao que responde a Pulseira:
- Mas eu sou maior...
Moral: O tamanho acaba sempre por interessar...(desculpem o atraso!!!!!!!!!)
(6/2/2007)
Fábula de Jé! nº 22
Diz o Piolho à Lêndia:
- Eu sou muito mais badalhoco que tu!!!
Responde a Lêndia:
- Mas eu sou muito mais comichosa, ah pois é!
Moral: Pior que conviver com indesejados... só vê-los a discutir!
(5/2/2007)
- Eu sou muito mais badalhoco que tu!!!
Responde a Lêndia:
- Mas eu sou muito mais comichosa, ah pois é!
Moral: Pior que conviver com indesejados... só vê-los a discutir!
(5/2/2007)
Fábula de Jé! nº 21
Diz a Migalha para o Pão:
- Tu sem mim não és NADA!
Ao que responde o Pão:
- Não, sua badalhoca, sem manteiga é que não sou nada!!!
Moral: Há sempre quem se iluda com o surpéfluo.
(3/2/2007)
- Tu sem mim não és NADA!
Ao que responde o Pão:
- Não, sua badalhoca, sem manteiga é que não sou nada!!!
Moral: Há sempre quem se iluda com o surpéfluo.
(3/2/2007)
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
The Shepherd!
"...famous or rich, I would always say famous. I thought it would validate my existence." Did it? She opens her mouth to speak, but nothing comes out. She furrows her eyebrows and bites the inside of her lip... takes a swig of water, looks up at the ceiling. Silence. Finally: "I don't know!"
Eu e a Capital - Adeus Antro?
Hoje foi, muito provavelmente, o meu último dia passado na biblioteca do antro. Foi estranho. Não, foi normal, dado que tive o dia todo a estudar, sem prestar grande atenção aos últimos momentos passados na biblioteca do antro. Confesso que não sei se vou sentir saudades da biblioteca do… talvez seja melhor chamar só de Biblioteca, dado que foi o meu refúgio nas alturas mais críticas no antro, portanto… merece um nome de destaque, com capital letter (por acaso não sei se a chamava de Biblioteca ou só de biblioteca. Muitas vezes chamei-a de ‘biblio’. Haverá diferença?). Mas, voltando à questão… irei ou não irei ter saudades? Não sei, só o tempo o dirá. Acho que não… Acho que tenho respeito à Biblioteca, nada mais. Nem ódio, nem amor, nem saudade. Apenas respeito. Não sei se direi adeus ao antro, mas provavelmente não irei ver a Biblioteca durante uns bons tempos.
Serve-me de consolação saber que experimentei a nova super mega upa impressora da Biblioteca, bem como o novo sistema de impressões!
Serve-me de consolação saber que experimentei a nova super mega upa impressora da Biblioteca, bem como o novo sistema de impressões!
Fábula de Jé! nº 19
Diz o Rádio à TV:
- Tu é que és bela e esplendorosa, dasss!
Responde a TV:
- Ai não, tu é que impressionas com esse glamour!
Moral: O sensacionalismo e mediatismo comicham-se.
(1/2/2007)
- Tu é que és bela e esplendorosa, dasss!
Responde a TV:
- Ai não, tu é que impressionas com esse glamour!
Moral: O sensacionalismo e mediatismo comicham-se.
(1/2/2007)
Fábula de Jé! nº 20
Diz o Cor-de-rosa ao Cor-de-laranja:
- Piroso, hein?
Ao que responde o Cor-de-laranja:
- Só contigo!
Moral: Há quem nunca se devia juntar, mas quando o
faz... é moda e cola!
- Piroso, hein?
Ao que responde o Cor-de-laranja:
- Só contigo!
Moral: Há quem nunca se devia juntar, mas quando o
faz... é moda e cola!
Fábula de Jé! nº 18
Diz o Sino ao Badalo:
- Ding!
Diz o Badalo ao Sino:
- Dong!
Moral: A vida toca-nos ao ritmo que quisermos.
(31/1/2007)
- Ding!
Diz o Badalo ao Sino:
- Dong!
Moral: A vida toca-nos ao ritmo que quisermos.
(31/1/2007)
sábado, 6 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Eu e a Capital - Medo!
Medo. Medo foi o que senti quando vi o quarto que mais prometia, numa das melhores zonas de Lisboa: as Amoreiras. Minutos antes, subia vorazmente uma das ruas da capital, confiante que ia ficar nem a 5 minutos do meu primeiro emprego, de mapa na mão, e com a confiança de um estreante em matéria de quartos alugados. Os edifícios que iam passando eram bebidos com a mesma vontade que saciava a minha sede! O problema (o primeiro) foi não ter garrafa de água. O segundo foi ter-me deparado com um edifício tão degradado como o letreiro da pensão que tinha o quarto onde ia ficar. No hall, estava um homem que metia medo, acompanhado por um ucraniano que medo metia. O cheiro era um misto de velho, mofo e tabaco. O “meu” quarto dava para a cozinha, com o café a fazer num fogão que muitas histórias tinha para contar, por certo. À sede juntou-se a fome. Agradeci, vim-me embora e fui lanchar no Amoreiras.
Este foi um dos muitos quartos que vi na semana fresca de Agosto em que estive na capital. Acabei por escolher uma penthouse. Engraçado que ainda estive indeciso em ficar num quarto sem janela. Talvez para me redimir dos meus pecados, quem sabe. Não sei o que se passou – não, mentira, eu sei: o senhorio inspirava confiança, uma confiança perdida na Pensão Raiz Quadrada De Uma Estrela! A penthouse acabou por dar a confiança que precisava, não estivesse eu na capital. Sim, vou partilhá-la com mais três indivíduos, não sei quem.... Apenas acredito na Santa Bree Van de Kamp.
Medo!
Este foi um dos muitos quartos que vi na semana fresca de Agosto em que estive na capital. Acabei por escolher uma penthouse. Engraçado que ainda estive indeciso em ficar num quarto sem janela. Talvez para me redimir dos meus pecados, quem sabe. Não sei o que se passou – não, mentira, eu sei: o senhorio inspirava confiança, uma confiança perdida na Pensão Raiz Quadrada De Uma Estrela! A penthouse acabou por dar a confiança que precisava, não estivesse eu na capital. Sim, vou partilhá-la com mais três indivíduos, não sei quem.... Apenas acredito na Santa Bree Van de Kamp.
Medo!
Fábula de Jé! nº 2
Esta fábula está catalogada como sendo a nº 17. Provavelmente estava tão bistordo, que nem contei direito. Assim sendo, baptizo a fábula nº 17 b) como a Fábula de Jé! nº2, em homenagem à real fábula nº 2 perdida no mundo dos conhecimentos tácito e codificado.
Diz o Arroto ao Espirro:
- É realmente notável as marcas que espalhaste....!
Responde o Espirro:
- Não, o teu som é que foi verdadeiramente fantástico!
Moral: O que mete nojo nunca passa despercebido.
(30/1/2007)
Diz o Arroto ao Espirro:
- É realmente notável as marcas que espalhaste....!
Responde o Espirro:
- Não, o teu som é que foi verdadeiramente fantástico!
Moral: O que mete nojo nunca passa despercebido.
(30/1/2007)
Fábula de Jé! nº 17
Diz a Agulha ao Alfinete:
- Amor... Deixa-me ser eu a picar...
Ao que responde o Alfinete:
- Não!... Tu ficas a coser, que é a tua função!
Moral: Quanto mais te picas, mais discriminado(a) és.
(29/1/2007)
- Amor... Deixa-me ser eu a picar...
Ao que responde o Alfinete:
- Não!... Tu ficas a coser, que é a tua função!
Moral: Quanto mais te picas, mais discriminado(a) és.
(29/1/2007)
Fábula de Jé! nº 16
Diz o Pau à Corda:
- Tens tanta sorte em poderes agarrares-te a quem quiseres...
Diz a Corda ao Pau:
- Sim, mas no final no final no final todos perguntam por ti!
Moral: ...as árvores morrem de pé?
(26/1/2007)
- Tens tanta sorte em poderes agarrares-te a quem quiseres...
Diz a Corda ao Pau:
- Sim, mas no final no final no final todos perguntam por ti!
Moral: ...as árvores morrem de pé?
(26/1/2007)
Fábula de Jé! nº 15
Diz o Milho para o Trigo:
- ESPIIIIGA que me comicha!
Ao que responde o Trigo:
- FOICCCCCCE que me mata!!
Moral: Por mais que te esforces, os teus problemas são sempre menos espectaculares que os problemas dos outros.
(25/1/2007)
- ESPIIIIGA que me comicha!
Ao que responde o Trigo:
- FOICCCCCCE que me mata!!
Moral: Por mais que te esforces, os teus problemas são sempre menos espectaculares que os problemas dos outros.
(25/1/2007)
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Eu e a Cidade - Don't Cry For Me Matosinhos
O meu contacto com a capital começou por ser interessante.
Considero interessante tudo o que começar por ser uma hipótese. Afinal, mal sabia que ia passar grande parte de um tempo crucial (para mim) no coração de uma cidade que me viu passar (crucialmente) ao lado. Claro que tenho boas recordações de Lisboa. Quem não passou pela praxe de visitar o Mosteiro dos Jerónimos ou a afamada Torre de Belém? Eu ainda faço parte da geração de criancinhas deliciadas com a Expo de um Portugal rico e ostentoso de 98…. Saudades dos tempos em que falar da camada de ozono e do ambiente faziam parte somente dos trabalhecos de Ciências da Natureza/Geografia? Nem por isso. Tenho saudades de não ter apresentado esses trabalhos em Lisboa, porque a adaptação teria sido muito mais fácil.
Mas também menos interessante. E assim não havia nada para contar.
O certo é que das duas vezes que fui a Lisboa, em 2008, fiquei com uma sensação de que eu e a capital tínhamos muito mais em comum do que os glimpses vividos nas Expo’s, Jerónimos e Belém’s da cidade de finais de '90. ...Hit me baby one more time? Oh, sim, a realidade é que o meu primeiro salário e o meu futuro (sucesso?) dependem claramente da capital, que nem uma função produção output, com inputs como a localidade (Lisboa, boa!), inteligência (….boa?), esperteza (….hum?), pasta com pins (...huh?)....
Acabei por garantir o futuro dos meus próximos 8 meses. Mas… Lisboa é grande. Onde pernoitar?
Não percam o próximo episódio, porque nós… também não!
Considero interessante tudo o que começar por ser uma hipótese. Afinal, mal sabia que ia passar grande parte de um tempo crucial (para mim) no coração de uma cidade que me viu passar (crucialmente) ao lado. Claro que tenho boas recordações de Lisboa. Quem não passou pela praxe de visitar o Mosteiro dos Jerónimos ou a afamada Torre de Belém? Eu ainda faço parte da geração de criancinhas deliciadas com a Expo de um Portugal rico e ostentoso de 98…. Saudades dos tempos em que falar da camada de ozono e do ambiente faziam parte somente dos trabalhecos de Ciências da Natureza/Geografia? Nem por isso. Tenho saudades de não ter apresentado esses trabalhos em Lisboa, porque a adaptação teria sido muito mais fácil.
Mas também menos interessante. E assim não havia nada para contar.
O certo é que das duas vezes que fui a Lisboa, em 2008, fiquei com uma sensação de que eu e a capital tínhamos muito mais em comum do que os glimpses vividos nas Expo’s, Jerónimos e Belém’s da cidade de finais de '90. ...Hit me baby one more time? Oh, sim, a realidade é que o meu primeiro salário e o meu futuro (sucesso?) dependem claramente da capital, que nem uma função produção output, com inputs como a localidade (Lisboa, boa!), inteligência (….boa?), esperteza (….hum?), pasta com pins (...huh?)....
Acabei por garantir o futuro dos meus próximos 8 meses. Mas… Lisboa é grande. Onde pernoitar?
Não percam o próximo episódio, porque nós… também não!
The Shepherd!
"When I started I was in agreement that we didn't want to go too sexy and take the focus off me as a singer. But five years later I was like: 'Can we maybe do the hair straight? Show a little skin? This turtle-neck's about to consume my head!' "
Fábula de Jé! nº 14
Diz a Folha ao Ramo:
- Nunca nos vamos separar, pois não meu amor?
Responde o Ramo:
- Claro que não! Vamos ser felizes para sempre!
Moral: O Outono tarda, mas não falha!
(24/1/2007)
- Nunca nos vamos separar, pois não meu amor?
Responde o Ramo:
- Claro que não! Vamos ser felizes para sempre!
Moral: O Outono tarda, mas não falha!
(24/1/2007)
Fábula de Jé! nº 13
Diz o Ancinho à Vassoura:
- Maninhaaa lindaaa!!!!
Responde a Vassoura:
- Oh sua pá, por acaso conheço-te???
Moral: Os semelhantes agem estranhamente.
(23/1/2007)
- Maninhaaa lindaaa!!!!
Responde a Vassoura:
- Oh sua pá, por acaso conheço-te???
Moral: Os semelhantes agem estranhamente.
(23/1/2007)
Fábula de Jé! nº 12
Diz a Borboleta à Mosca:
- Voa!
Responde a Mosca:
- Manteiga voa!
Moral: A piada nem sempre é internacional...
***
Dado algumas queiXias, vou dar-vos uma pista sobre a interpretação da fábula...:
The Butterfly says to the Fly:
- Fly!
The Fly answers back:
- Butter Flies!
Moral: A piada nem sempre é INTERNACIONAL
(22/1/2007)
- Voa!
Responde a Mosca:
- Manteiga voa!
Moral: A piada nem sempre é internacional...
***
Dado algumas queiXias, vou dar-vos uma pista sobre a interpretação da fábula...:
The Butterfly says to the Fly:
- Fly!
The Fly answers back:
- Butter Flies!
Moral: A piada nem sempre é INTERNACIONAL
(22/1/2007)
Já
Parto do princípio que consigo
Largar o vício que estou farto
Falo do que não me consome
Grito pelo que já matou a fome
Não é tão ou mais profundo
Oriundo dos tempos de então
Porque o que me consome agora
Já se fez sentir outrora
Simplicidade de quem não conhece
Tece a palavra com saudade
Do medo que me afasto
Qual o sorriso já gasto
(15/6/2008)
Largar o vício que estou farto
Falo do que não me consome
Grito pelo que já matou a fome
Não é tão ou mais profundo
Oriundo dos tempos de então
Porque o que me consome agora
Já se fez sentir outrora
Simplicidade de quem não conhece
Tece a palavra com saudade
Do medo que me afasto
Qual o sorriso já gasto
(15/6/2008)
Cinema
é tão engraçado
nosso fatal fado
mas falta-nos algo
tento e não recalco
penso no amanhã
e que memória vã.
não me deixes
breve minuto
ou razão de luto
mas não te queixes
do que pode não ser
do que pode acontecer
daquilo que vai
e não atrai...
(20/9/2005)
nosso fatal fado
mas falta-nos algo
tento e não recalco
penso no amanhã
e que memória vã.
não me deixes
breve minuto
ou razão de luto
mas não te queixes
do que pode não ser
do que pode acontecer
daquilo que vai
e não atrai...
(20/9/2005)
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Fábula de Jé! nº 11
Diz a Rosa ao Espinho:
- Ninguém me toca...
Ao que responde o Espinho:
- Por isso és eternamente bela!
Moral: A virgindade indolor não existe!
(20/1/2007)
- Ninguém me toca...
Ao que responde o Espinho:
- Por isso és eternamente bela!
Moral: A virgindade indolor não existe!
(20/1/2007)
The Shepherd!
"You know what, you'll get through this because we know that people are just... you know, this is your time to get shots taken at you, so you gotta go through that."
Várias vezes
Era uma vez
Talvez um conto que dera
Algo que não quis
Diz então a tolice
Criancice de não sorrir
D’ir longe o quanto mais
No cais baixo onde tudo começou
E acabou.
(15/6/2008)
Talvez um conto que dera
Algo que não quis
Diz então a tolice
Criancice de não sorrir
D’ir longe o quanto mais
No cais baixo onde tudo começou
E acabou.
(15/6/2008)
Fábula de Jé! nº 10
Diz o Bacalhau à Sardinha:
- És boa como o milho!
Responde a Sardinha:
- Cala-te e dá-me mas é um bacalhau!
Moral: A acção e o cumprimento por vezes confundem-se.
(19/1/2007)
- És boa como o milho!
Responde a Sardinha:
- Cala-te e dá-me mas é um bacalhau!
Moral: A acção e o cumprimento por vezes confundem-se.
(19/1/2007)
terça-feira, 5 de agosto de 2008
The Shepherd!
"Oh, my goodness!" she squeals, and then collects herself. "No comment, dahhhling," she purrs. "Put it just like that. And make sure 'dahhhling' is spelled d-a-h-h-h-l-i-n-g."
Fábula de Jé! nº 9
Diz o Prego ao Parafuso:
- Doi-me tanto a cabeça...
Responde o Parafuso:
- E eu tenho a minha a andar às voltas!!
Moral: Todos chegam lá, mas enquanto que uns ficam tolos, outros levam na cabeça!
(18/1/2007)
- Doi-me tanto a cabeça...
Responde o Parafuso:
- E eu tenho a minha a andar às voltas!!
Moral: Todos chegam lá, mas enquanto que uns ficam tolos, outros levam na cabeça!
(18/1/2007)
Ok
foste embora.
sei que em boa hora
tens medo.
queria eu um enredo?
não faz mal.
gostei do teu sinal
obrigado.
triste o nosso fado
tenho medo.
mas foste cedo
(25/7/2005)
sei que em boa hora
tens medo.
queria eu um enredo?
não faz mal.
gostei do teu sinal
obrigado.
triste o nosso fado
tenho medo.
mas foste cedo
(25/7/2005)
Vai
preocupas-te comigo
da mesma forma que me fazes amigo
vives a performance dourada
e no entanto és-me tanto e nada
nada não direi
nunca as palavras escreverei
de igual modo que te alguma vez
imaginei.
pára e vai
esquece e segue.
sente mas não persegue
não solta mas deixa
preso por não ter
e ninguém se queixa
(12/6/2005)
da mesma forma que me fazes amigo
vives a performance dourada
e no entanto és-me tanto e nada
nada não direi
nunca as palavras escreverei
de igual modo que te alguma vez
imaginei.
pára e vai
esquece e segue.
sente mas não persegue
não solta mas deixa
preso por não ter
e ninguém se queixa
(12/6/2005)
sábado, 2 de agosto de 2008
Fábula de Jé! nº 8
Diz o Agrafo para o Clip:
- Fogo, tu é que és belo, cheio de curvas mas magro!
Diz o Clip de volta para o Agrafo:
- Mas tu entras com muito maior facilidade!
Moral: Há quem seja belo na teoria, há quem o seja na prática!
(17/1/2007)
- Fogo, tu é que és belo, cheio de curvas mas magro!
Diz o Clip de volta para o Agrafo:
- Mas tu entras com muito maior facilidade!
Moral: Há quem seja belo na teoria, há quem o seja na prática!
(17/1/2007)
Dicotomia Paradoxal
Vício de ti
voltou-se contra mim
no tempo em que não era.
Penso no que fui...
Imagem de perfeito
afastou-se de mim
no momento em que não era.
Sei o que quis...
Longe eu vejo
Mais eu sinto
De onde veio
Aquele beijo
Perdido agora
Encontro-o em mim.
(12/6/2008)
voltou-se contra mim
no tempo em que não era.
Penso no que fui...
Imagem de perfeito
afastou-se de mim
no momento em que não era.
Sei o que quis...
Longe eu vejo
Mais eu sinto
De onde veio
Aquele beijo
Perdido agora
Encontro-o em mim.
(12/6/2008)
The Shepherd!
"Did they wrap you up in padded wrapping when the earthquake happened?"
"No, although that is the standard procedure when moving me from place to place."
"No, although that is the standard procedure when moving me from place to place."
Fábula de Jé! nº 7
Diz a Tosse para o Espirro:
- Santinho
Diz o Espirro para a Tosse:
- ATCHIM!
Moral: Há quem repare em ti, mas também há quem não repare.
(16/1/2007)
- Santinho
Diz o Espirro para a Tosse:
- ATCHIM!
Moral: Há quem repare em ti, mas também há quem não repare.
(16/1/2007)
domingo, 27 de julho de 2008
Seda
Ausente.
Sinto-te presente.
Eterna e pálida segurança.
Gélida e terna esperança.
Não me iludo, mesmo que ceda.
Seda? Triste veludo de luto.
(14/4/2006)
Sinto-te presente.
Eterna e pálida segurança.
Gélida e terna esperança.
Não me iludo, mesmo que ceda.
Seda? Triste veludo de luto.
(14/4/2006)
Fábula de Jé! nº 6
Diz a Vaca para a Cabra:
- Sua cabra!
Diz a Cabra para a Vaca:
- Grande vaca!
Moral: Por vezes, as aparências não iludem.
(15/1/2007)
- Sua cabra!
Diz a Cabra para a Vaca:
- Grande vaca!
Moral: Por vezes, as aparências não iludem.
(15/1/2007)
The Shepherd!
"I think of Cinderella as a poor girl who worked her ass off and became a princess. In that sense, I don't mind the comparison."
Fábula de Jé! nº 5
Diz a Melga à Mosca:
- Porcabadalhoca!
Diz a Mosca à Melga:
- Melga!
Moral: Há pessoas que não escondem o que são, e há outras que são o que realmente são!
(13/1/2007)
- Porcabadalhoca!
Diz a Mosca à Melga:
- Melga!
Moral: Há pessoas que não escondem o que são, e há outras que são o que realmente são!
(13/1/2007)
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Primeiro
Primeiro
Nao segue ao terceiro
Como promíscuo indício
Que marcou ao segundo
Oriundo do tempo
Que travava a fundo
O mundo do momento
Que murmura vagabundo.
(20/1/2007)
Nao segue ao terceiro
Como promíscuo indício
Que marcou ao segundo
Oriundo do tempo
Que travava a fundo
O mundo do momento
Que murmura vagabundo.
(20/1/2007)
-
Pele negra outrora entrave
Despe-se suave, doce mora.
Por caminhos eternos, desejado amor
Iluminam a dor de próximos Invernos.
(16/8/2006)
Despe-se suave, doce mora.
Por caminhos eternos, desejado amor
Iluminam a dor de próximos Invernos.
(16/8/2006)
Fábula de Jé! nº4
Diz a Seringa à Abelha:
- Picas tu hoje?
Diz a Abelha à Seringa:
- Bzzz!
Moral: Os que se picam entendem-se bem.
(12/1/2007)
- Picas tu hoje?
Diz a Abelha à Seringa:
- Bzzz!
Moral: Os que se picam entendem-se bem.
(12/1/2007)
The Shepherd!
"It's always, 'Whatever - let's go to Disneyland!'. Yes, I have my bleak, tortured-artist moments, but you have to hold on to what's positive!"
Mau
sim, eu sou mau.
guarda o correio
que pode ser feio
como oco de pau.
tu de estranho apareceste
de banho convidei-te
em ganho busquei-te
e agora desapareceste.
tinha-l'a armada
tiveste piada
sorte malvada.
sim, eu sou mau!
não, eu sou louco
pena é ser pouco.
(1/5/2005)
guarda o correio
que pode ser feio
como oco de pau.
tu de estranho apareceste
de banho convidei-te
em ganho busquei-te
e agora desapareceste.
tinha-l'a armada
tiveste piada
sorte malvada.
sim, eu sou mau!
não, eu sou louco
pena é ser pouco.
(1/5/2005)
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Fábula de Jé! nº 3
(Sim, eu *ainda* sei contar. A oficial fábula nº 2 está perdida, no meio dos conhecimentos tácito e codificado deste mundo!)
Diz o Vinho para a Água:
- Hic!
Diz a Água para o Vinho:
- Glu!
Moral: Cada um tem direito à sua opinião.
(11/1/2007)
Diz o Vinho para a Água:
- Hic!
Diz a Água para o Vinho:
- Glu!
Moral: Cada um tem direito à sua opinião.
(11/1/2007)
domingo, 20 de julho de 2008
Fábula de Jé! nº 1
Diz a Árvore ao Mundo:
- Preciso de me sentar um pouco.
Diz o Mundo à Árvore:
- O que interessa é ter saúdinha!
Moral: Os teus problemas podem ser sempre relativizados.
(9/1/2007)
- Preciso de me sentar um pouco.
Diz o Mundo à Árvore:
- O que interessa é ter saúdinha!
Moral: Os teus problemas podem ser sempre relativizados.
(9/1/2007)
Blogue vs. Blog

Optei por blog... Se calhar devia ter posto aspas, mas.... pronto, não pus. Pashensha!
*cough*
*gasps*
*chokes*
Olá amiguinhos!
Pois é, vós, meus amiguinhos, acabasteis de ser bafejados por esta novidade mais que fantástica:
EU CRIEI UM BLOG SOZINHO!!!!
"Como se sente?"
Sinto-me, assim, um fofo.
Afinal, o que há de mais fofo em mim (a minha fofice) vai ser partilhado com este nosso mundo, coisa mai linda. Neste blog, irei começar por publicar as minhas fábulas (Fábulas de Jé), a 1ª edição de sucesso estrondoso que circulou há 1 ano e meio - lembram-se amiguinhos? - com a promessa de voltar a repetir a dose! Irei também publicar os meus pensamentos. Sim, porque por trás do Jé ...há um José! E todos os Josés pensam! Partilharei, com igual entusiasmo, a minha vastíssima obra - sim, o Jé tem uma extensa colectânea de poemas, todos com um denominador comum: ninguém os percebe! Por fim, tudo o resto que for interessante, publico. Porque ninguém cala um José, quanto mais o Jé! !! =)
Não estão ansiosos???
"Sim!!!!!!!!"
Mais excitante que este blog só uma aula de Finanças (R.I.H.)! E, para já, chega, tenho que ver como isto funciona... Senão é só à pancadinha, método complexo levado a cabo pela nossa ilustre Sãozinha, o Anão Feliz!
Bem hajam amiguinhos!!!!
*cough*
*gasps*
*chokes*
Olá amiguinhos!
Pois é, vós, meus amiguinhos, acabasteis de ser bafejados por esta novidade mais que fantástica:
EU CRIEI UM BLOG SOZINHO!!!!
"Como se sente?"
Sinto-me, assim, um fofo.
Afinal, o que há de mais fofo em mim (a minha fofice) vai ser partilhado com este nosso mundo, coisa mai linda. Neste blog, irei começar por publicar as minhas fábulas (Fábulas de Jé), a 1ª edição de sucesso estrondoso que circulou há 1 ano e meio - lembram-se amiguinhos? - com a promessa de voltar a repetir a dose! Irei também publicar os meus pensamentos. Sim, porque por trás do Jé ...há um José! E todos os Josés pensam! Partilharei, com igual entusiasmo, a minha vastíssima obra - sim, o Jé tem uma extensa colectânea de poemas, todos com um denominador comum: ninguém os percebe! Por fim, tudo o resto que for interessante, publico. Porque ninguém cala um José, quanto mais o Jé! !! =)
Não estão ansiosos???
"Sim!!!!!!!!"
Mais excitante que este blog só uma aula de Finanças (R.I.H.)! E, para já, chega, tenho que ver como isto funciona... Senão é só à pancadinha, método complexo levado a cabo pela nossa ilustre Sãozinha, o Anão Feliz!
Bem hajam amiguinhos!!!!
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